Abordagem GDS na assistência ao trabalho de parto
A assistência ao trabalho de parto e ao parto determina a qualidade da experiência com o nascimento, tem repercussão na vida reprodutiva e sexual da mulher, no amadurecimento pessoal e na construção da maternidade. O corpo ocupa o centro deste processo e neste sentido, a abordagem GDS tem a amplitude conceitual e metodológica para pensar e analisar o corpo em movimento, o corpo quanto história pessoal e campo da experiência pessoal.
Pilates na IstoÉ
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Osteosarcoma e Pilates
O osteossarcoma (OS) é um tumor maligno primário de ossos mais frequente em crianças, adolescentes, adultos e jovens. Seu pico de incidência ocorre na segunda década de vida; representa aproximadamente 5% das doenças malignas da infância e adolescência. Nos últimos 25 anos, observou-se uma melhora significativa no prognóstico de pacientes com OS, especialmente aqueles com doença localizada.
O Perineo e o Pilates
O assoalho pélvico ou como também é conhecido, o diafragma pélvico, é formado pelos músculos levantadores do ânus e coccígeo. Ele se estende entre o púbis anteriormente e o cóccix posteriormente e de uma parede lateral da pelve até a outra.
Mobilidade de coluna no Pilates
A coluna vertebral apresenta quatro curvaturas normais. As curvaturas torácica e sacral, com concavidade anterior, estão presentes desde o nascimento e são referidas como curvaturas primárias. As curvaturas lombar e cervical, com concavidade posterior desenvolvem-se em decorrência da sustentação de peso em uma posição ereta, depois que a criança começa a se sentar e levantar. Como essas curvaturas não estão presentes desde o nascimento, são denominadas curvaturas vertebrais secundárias...
sexta-feira, 30 de março de 2012
Massagem e Pilates
domingo, 25 de março de 2012
Vídeo antigo de Joseph Pilates - Old video of Joseph Pilates
É claro que o método evoluiu e muitas das coisas que veremos no vídeo caíram em desuso.
Mas vale a pena conferir como nosso amado Joe atuava em sua época.
A video that we found this week on the internet, we can see a lot of exercises in various equipments ministered by the master Joseph H. Pilates.
Today the method has evolved and many of the things we see in the video fell into disuse.
But worth checking out as our beloved Joe worked in his time.
sexta-feira, 23 de março de 2012
POWERHOUSE (CORE)
- Alvaro Alaor
- Pilates, J.H., Miller, W., 1945 Pilates return to life through contrology Muscolino, J.E., Cipriani, S., Pilates and the “powerhouse” I, 2004,8, 15-24.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Pilates X Atletas de futsal
Fonte:
- Efeito de um programa de treinamento utilizando o Método Pilates na flexibilidade de atletas juvenis de futsal.
segunda-feira, 19 de março de 2012
Efeito do Pilates nas algias da coluna vertebral
- Efeitos do Método Pilates nas algias e nas curvaturas da coluna vertebral. Um estudo de caso.
sábado, 10 de março de 2012
Diafragma
DOWNEY, R. Normal Anatomy of the Diaphragm. Thorac Surgical Clinics, Vol. 21, pág. 273-270, 2011.
MAISH, S.M. The Diaphragm. Surgical Clinics of North America Vol. 90, pág. 955–968, 2010.
O diafragma é uma membrana em forma de cúpula músculo-fibrosa que separa o tórax da cavidade abdominal. Tem uma porção muscular periférica e uma parte fibrosa central. Tem três grandes feixes musculares (esternal, costal e lombar) e um tendão fibroso central composto por três folhetos: direito, esquerdo e médio. As principais estruturas passam por três aberturas: a abertura da veia Cava (T8), o hiato esofágico (T10) e o hiato aórtico (T12). Além da aorta, o hiato aórtico permite a passagem para o ducto torácico e a veia ázigo. O hiato esofágico permite a passagem do esôfago e dos troncos vagais anterior e posterior.
As origens do músculo são: anteriormente no esterno, lateralmente nas seis costelas inferiores e posteriormente nos ligamentos arqueados. Os pilares são feixes musculares posteriores que surgem a partir das vértebras lombares: o pilar direito de L1-L3 e o esquerdo de L1-L2.
O suprimento arterial principal é realizado pelas artérias frênicas inferiores direita e esquerda. Um suprimento adicional é feito através das artérias mamárias internas direita e esquerda. As veias frênicas inferiores realizam a drenagem para a veia cava.
O diafragma é inervado exclusivamente a partir dos nervos frênicos direito e esquerdo, que se originam de C3-C4-C5. Esses nervos exercem tanto a função sensorial como a motora. Eles atravessam a cavidade torácica posteriormente e movem-se anteriormente sobre o pericárdio. Cada nervo divide-se em quatro troncos: antero - lateral, póstero-lateral, esternal e tronco crural. Eles penetram o diafragma cursando sua face inferior, sendo vistos novamente no abdome. Outras estruturas nervosas passam pelo diafragma, porém não fazem parte de sua inervação, como por exemplo os nervos esplênicos maiores e menores e os troncos simpáticos.
A principal função do diafragma é a respiração, para isso é necessário que suas duas hemi-cúpulas estejam intactas. A lesão de um nervo frênico provoca a elevação desta cúpula diafragmática prejudicando a mecânica respiratória. O diafragma também tem funções não respiratórias, incluindo a separação da cavidade abdominal e torácica; auxilio na expulsão do vômito, fezes e urina através do aumento da pressão intra-abdominal e também de impedir o refluxo ácido, por meio de uma pressão sobre a parte inferior do esfíncter esofágico.
Além de alterações congênitas ele também é sede de disfunções adquiridas e dentre estas, as hérnias diafragmáticas crônicas são bastante comuns. Elas podem permanecer assintomáticas por meses ou anos após a lesão inicial. Em alguns casos é necessária a intervenção cirúrgica porque o conteúdo da hérnia pode ser estrangulado, levando a isquemia ou necrose do intestino, estômago, fígado, baço ou outros órgãos.
Sem dúvidas a principal função deste músculo é a respiração. Porém, sabemos que dentro de sua vasta funcionalidade o diafragma exerce outras funções importantes. Em ambos os artigos os autores relatam como função extra-respiratória o aumento da pressão intra-abdominal e a ação sobre a junção gastro-esofágica, entretanto, sua potencialidade vai além.
O diafragma apresenta uma importante função hemodinâmica, pois além de exercer uma pompagem sobre as vísceras e sobre todos os tecidos que estão conectados a ele, age como uma "pseudoválvula" auxiliando o retorno venoso. No momento da inspiração, suas fibras musculares exercem uma tração sobre o orifício da veia cava, aumentando seu diâmetro. Além disso, a descida do diafragma aumenta a projeção horizontal deste orifício e facilita a subida do sangue.Na expiração, o relaxamento muscular permite que o orifício se feche parcialmente, impedindo a descida do sangue venoso. Desta maneira, contraindo e relaxando, o diafragma vai trabalhando como uma "bomba" venosa e também massageando e dinamizando o funcionamento das vísceras infra-diafragmáticas.
Outra relevante função hemodinâmica está em relação ao coração. Na inspiração o pericárdio é estirado para baixo pelo diafragma e transversalmente pela caixa torácica. Na expiração, o diafragma sobe e o pericárdio relaxa. Essa alternância (tensão-relaxamento), vai agir sobre as paredes cardiacas e as coronárias contribuindo para um bom aporte sanguíneo ao coração.
Mais um fato que nos mostra sua relevante importância para o bom funcionamento de todos os sistemas, é que além de ter uma estreita relação com o plano visceral, o diafragma também está conectado com todas as cadeias musculares. Desse modo, ele pode parasitar ou ser parasitado, tanto pelo plano muscular como visceral. Assim sendo, para que ele exerça suas funções de maneira qualitativa é imperativo que esteja livre de tensões. Se não está trabalhando de maneira eficiente é porque não pode fazer mais e não porque está fraco. Seu tratamento não consiste na reeducação ou no fortalecimento mas sim, na liberação do próprio diafragma e de todas as tensões que podem estar prejudicando seu funcionamento.
domingo, 4 de março de 2012
Osteomalácia/ Raquitismo
- Deficiência da vitamina D ou distúrbios no metabolismo da vitamina D (insuficiência renal crônica);
- Exposição insuficiente á luz solar, com menor síntese de endógena de vitamina D;
- Distúrbios do metabolismo do fosfato (reabsorção insuficiente de fosfato);
- Deficiência de cálcio.
- Hipotonia e fraqueza muscular;
- Dificuldade das mudanças posturais;
- Dificuldade de deambulação;
- Deformidade em ossos longos;
- Baixa estatura;
- Contraturas musculares;
- Distúrbios de crescimento;
- Retardo do fechamento das fontanelas;
- Achatamento da placa epifisária;
- Apatia, desatenção;
- Risco de fraturas;
- Dor lombar de longa duração;
- Hipersensibilidade óssea.
- Sangue: cálcio, fósforo, fosfatase alcalina, creatinina, PTH
- Urina 24 horas: cálcio e creatinina
- Avaliar Tm P/GFR- (limiar de reabsorção de fósforo)
- Local: crista ilíaca
- Exame: histomorfometria dinâmica
- Alívio da dor;
- Melhora do equilíbrio, visando sempre à prevenção de quedas e consequentemente de risco de fraturas;
- Redução da contratura muscular;
- Manutenção da mobilidade articular;
- Prevenção do aparecimento de deformidades;
- Fortalecimento muscular;
- Orientação postural;
- Condicionamento físico;
- Melhora da atividade funcional;
- Manutenção ou restauração da independência;
- Treino de marcha;
- Treino de mudanças posturais;
- Treinamento das atividades de vida diária.
- Chiarello B., Driusso P., Radl A. L.M. Fisioterapia Reumatológica, 1ª edição, São Paulo, Manole, 2005.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Lesões do Nervo Radial
Recomendo ler o texto do site do EMG LAB (Laboratório de Eletromiografia) de Curitiba.

A figura ao lado ilustra bem o plexo braquial em seu trajeto descendente e sua relação com as estruturas ósseas do Membros Superior. Dá pra perceber como o plexo é vulnerável na região axilar.
ETIOLOGIA: fratura diafisária do úmero, paralisia do sábado à noite, injeções
MÚSCULOS AFETADOS: extensor de punho e dedos, mas o tríceps e ancôneo são poupados. Isto acontece pois em seu trajeto descendente pelo braço, o nervo radial emite ramos para os músculos braquiorradial (também recebe fibras do musculocutâneo) e extensor radial longo do carpo antes de passar pelo sulco do nervo radial. Quem quiser mais detalhes tem uma figura excelente do n. radial e seus ramos neste link





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